NVI e ARC-1969

Provérbios 26

NVINova Versão InternacionalARC-1969Almeida Revista e Corrigida 1969

1
NVI

Como neve no verão ou chuva na colheita, assim a honra é imprópria para o tolo.

ARC-1969

COMO a neve no verão, e como a chuva na sega, assim não é conveniente ao louco a honra.

2
NVI

Como o pardal que voa em fuga, e a andorinha que esvoaça veloz, assim a maldição sem motivo justo não pega.

ARC-1969

Como o pássaro no seu vaguear, como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem causa não virá.

3
NVI

O chicote é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas do tolo!

ARC-1969

O açoite é para o cavalo, o freio para o jumento, e a vara para as costas dos tolos.

4
NVI

Não responda ao insensato com igual insensatez, do contrário você se igualará a ele.

ARC-1969

Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia; para que também te não faças semelhante a ele.

5
NVI

Responda ao insensato como a sua insensatez merece, do contrário ele pensará que é mesmo um sábio.

ARC-1969

Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus olhos.

6
NVI

Como cortar o próprio pé ou beber veneno, assim é enviar mensagem pelas mãos do tolo.

ARC-1969

Os pés corta, e o dano bebe, quem manda mensagens pelas mãos dum tolo.

7
NVI

Como pendem inúteis as pernas do coxo, assim é o provérbio na boca do tolo.

ARC-1969

Como as pernas do coxo, que pendem frouxas, assim é o provérbio na boca dos tolos.

8
NVI

Como amarrar uma pedra na atiradeira, assim é prestar honra ao insensato.

ARC-1969

Como o que prende a pedra preciosa na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo.

9
NVI

Como ramo de espinhos nas mãos do bêbado, assim é o provérbio na boca do insensato.

ARC-1969

Como o espinho que entra na mão do ébrio, assim é o provérbio na boca dos tolos.

10
NVI

Como o arqueiro que atira ao acaso, assim é quem contrata o tolo ou o primeiro que passa.

ARC-1969

Como um besteiro que a todos espanta, assim é o que assalaria os tolos e os transgressores.

11
NVI

Como o cão volta ao seu vômito, assim o insensato repete a sua insensatez.

ARC-1969

Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia.

12
NVI

Você conhece alguém que se julga sábio? Há mais esperança para o insensato do que para ele.

ARC-1969

Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? maior esperança há no tolo do que nele.

13
NVI

O preguiçoso diz: "Lá está um leão no caminho, um leão feroz rugindo nas ruas! "

ARC-1969

Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.

14
NVI

Como a porta gira em suas dobradiças, assim o preguiçoso se revira em sua cama.

ARC-1969

Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama.

15
NVI

O preguiçoso coloca a mão no prato, mas acha difícil demais levá-la de volta à boca.

ARC-1969

O preguiçoso esconde a sua mão no seio: enfada-se de a levar à sua boca.

16
NVI

O preguiçoso considera-se mais sábio do que sete homens que respondem com bom senso.

ARC-1969

Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que bem respondem.

17
NVI

Como alguém que pega pelas orelhas um cão qualquer, assim é quem se mete em discussão alheia.

ARC-1969

O que, passando, se mete em questão alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas.

18
NVI

Como o louco que atira brasas e flechas mortais,

ARC-1969

Como o louco que lança de si faíscas, frechas, e mortandades,

19
NVI

assim é o homem que engana o seu próximo e diz: "Eu estava só brincando! "

ARC-1969

Assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira.

20
NVI

Sem lenha a fogueira se apaga; sem o caluniador morre a contenda.

ARC-1969

Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo maldizente, cessará a contenda.

21
NVI

O que o carvão é para as brasas e a lenha para a fogueira, o amigo de brigas é para atiçar discórdias.

ARC-1969

Como o carvão é para o borralho, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.

22
NVI

As palavras do caluniador são como petiscos deliciosos; descem saborosos até o íntimo.

ARC-1969

As palavras do maldizente são como deliciosos bocados, que descem ao íntimo do ventre.

23
NVI

Como uma camada de esmalte sobre um vaso de barro, os lábios amistosos podem ocultar um coração mau.

ARC-1969

Como o caco coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes e o coração maligno.

24
NVI

Quem odeia, disfarça as suas intenções com os lábios, mas no coração abriga a falsidade.

ARC-1969

Aquele que aborrece dissimula com os seus beiços, mas no seu interior encobre o engano.

25
NVI

Embora a sua conversa seja mansa, não acredite nele, pois o seu coração está cheio de maldade.

ARC-1969

Quando te suplicar com a sua voz, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.

26
NVI

Ele pode fingir e esconder o seu ódio, mas a sua maldade será exposta em público.

ARC-1969

Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá na congregação.

27
NVI

Quem faz uma cova, nela cairá; se alguém rola uma pedra, esta rolará de volta sobre ele.

ARC-1969

O que faz uma cova nela cairá; e o que revolve a pedra, esta sobre ele rolará.

28
NVI

A língua mentirosa odeia aqueles a quem fere, e a boca lisonjeira provoca a ruína.

ARC-1969

A língua falsa aborrece aquele a quem ela tem maravilhado, e a boca lisonjeira obra a ruína.

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