ARA-1993 e NVI

Provérbios 26

ARA-1993Almeida Revista e AtualizadaNVINova Versão Internacional

1
ARA-1993

Como a neve no verão e como a chuva na ceifa, assim, a honra não convém ao insensato.

NVI

Como neve no verão ou chuva na colheita, assim a honra é imprópria para o tolo.

2
ARA-1993

Como o pássaro que foge, como a andorinha no seu voo, assim, a maldição sem causa não se cumpre.

NVI

Como o pardal que voa em fuga, e a andorinha que esvoaça veloz, assim a maldição sem motivo justo não pega.

3
ARA-1993

O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos insensatos.

NVI

O chicote é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas do tolo!

4
ARA-1993

Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele.

NVI

Não responda ao insensato com igual insensatez, do contrário você se igualará a ele.

5
ARA-1993

Ao insensato responde segundo a sua estultícia, para que não seja ele sábio aos seus próprios olhos.

NVI

Responda ao insensato como a sua insensatez merece, do contrário ele pensará que é mesmo um sábio.

6
ARA-1993

Os pés corta e o dano sofre quem manda mensagens por intermédio do insensato.

NVI

Como cortar o próprio pé ou beber veneno, assim é enviar mensagem pelas mãos do tolo.

7
ARA-1993

As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos insensatos.

NVI

Como pendem inúteis as pernas do coxo, assim é o provérbio na boca do tolo.

8
ARA-1993

Como o que atira pedra preciosa num montão de ruínas, assim é o que dá honra ao insensato.

NVI

Como amarrar uma pedra na atiradeira, assim é prestar honra ao insensato.

9
ARA-1993

Como galho de espinhos na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos insensatos.

NVI

Como ramo de espinhos nas mãos do bêbado, assim é o provérbio na boca do insensato.

10
ARA-1993

Como um flecheiro que a todos fere, assim é o que assalaria os insensatos e os transgressores.

NVI

Como o arqueiro que atira ao acaso, assim é quem contrata o tolo ou o primeiro que passa.

11
ARA-1993

Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o insensato que reitera a sua estultícia.

NVI

Como o cão volta ao seu vômito, assim o insensato repete a sua insensatez.

12
ARA-1993

Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no insensato do que nele.

NVI

Você conhece alguém que se julga sábio? Há mais esperança para o insensato do que para ele.

13
ARA-1993

Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.

NVI

O preguiçoso diz: "Lá está um leão no caminho, um leão feroz rugindo nas ruas! "

14
ARA-1993

Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim, o preguiçoso, no seu leito.

NVI

Como a porta gira em suas dobradiças, assim o preguiçoso se revira em sua cama.

15
ARA-1993

O preguiçoso mete a mão no prato e não quer ter o trabalho de a levar à boca.

NVI

O preguiçoso coloca a mão no prato, mas acha difícil demais levá-la de volta à boca.

16
ARA-1993

Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem.

NVI

O preguiçoso considera-se mais sábio do que sete homens que respondem com bom senso.

17
ARA-1993

Quem se mete em questão alheia é como aquele que toma pelas orelhas um cão que passa.

NVI

Como alguém que pega pelas orelhas um cão qualquer, assim é quem se mete em discussão alheia.

18
ARA-1993

Como o louco que lança fogo, flechas e morte,

NVI

Como o louco que atira brasas e flechas mortais,

19
ARA-1993

assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.

NVI

assim é o homem que engana o seu próximo e diz: "Eu estava só brincando! "

20
ARA-1993

Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo maldizente, cessa a contenda.

NVI

Sem lenha a fogueira se apaga; sem o caluniador morre a contenda.

21
ARA-1993

Como o carvão é para a brasa, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.

NVI

O que o carvão é para as brasas e a lenha para a fogueira, o amigo de brigas é para atiçar discórdias.

22
ARA-1993

As palavras do maldizente são comida fina, que desce para o mais interior do ventre.

NVI

As palavras do caluniador são como petiscos deliciosos; descem saborosos até o íntimo.

23
ARA-1993

Como vaso de barro coberto de escórias de prata, assim são os lábios amorosos e o coração maligno.

NVI

Como uma camada de esmalte sobre um vaso de barro, os lábios amistosos podem ocultar um coração mau.

24
ARA-1993

Aquele que aborrece dissimula com os lábios, mas no íntimo encobre o engano;

NVI

Quem odeia, disfarça as suas intenções com os lábios, mas no coração abriga a falsidade.

25
ARA-1993

quando te falar suavemente, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.

NVI

Embora a sua conversa seja mansa, não acredite nele, pois o seu coração está cheio de maldade.

26
ARA-1993

Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá publicamente.

NVI

Ele pode fingir e esconder o seu ódio, mas a sua maldade será exposta em público.

27
ARA-1993

Quem abre uma cova nela cairá; e a pedra rolará sobre quem a revolve.

NVI

Quem faz uma cova, nela cairá; se alguém rola uma pedra, esta rolará de volta sobre ele.

28
ARA-1993

A língua falsa aborrece a quem feriu, e a boca lisonjeira é causa de ruína.

NVI

A língua mentirosa odeia aqueles a quem fere, e a boca lisonjeira provoca a ruína.

0 comentários

Ainda não há comentários. Escreva o primeiro.

Faça um comentário

Seu comentário será revisado antes de aparecer na página.