Salmos 142
Oração no meio de grande perigo
1Ao Senhor ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao Senhor.
Com a minha voz clamei ao Senhor; com a minha voz ao Senhor supliquei.
Derramo perante ele a minha queixa, à sua presença exponho a minha tribulação.
Derramei a minha queixa perante a sua face; expus-lhe a minha angústia.
Quando dentro de mim me esmorece o espírito, conheces a minha vereda. No caminho em que ando, me ocultam armadilha.
Quando o meu espírito estava angustiado em mim, então, conheceste a minha vereda. No caminho em que eu andava, ocultaram um laço.
Olha à minha direita e vê, pois não há quem me reconheça, nenhum lugar de refúgio, ninguém que por mim se interesse.
Olhei para a minha direita e vi; mas não havia quem me conhecesse; refúgio me faltou; ninguém cuidou da minha alma.
A ti clamo, Senhor, e digo: tu és o meu refúgio, o meu quinhão na terra dos viventes.
A ti, ó Senhor, clamei; eu disse: tu és o meu refúgio e a minha porção na terra dos viventes.
Atende o meu clamor, pois me vejo muito fraco. Livra-me dos meus perseguidores, porque são mais fortes do que eu.
Atende ao meu clamor, porque estou muito abatido; livra-me dos meus perseguidores, porque são mais fortes do que eu.
Tira a minha alma do cárcere, para que eu dê graças ao teu nome; os justos me rodearão, quando me fizeres esse bem.
Tira a minha alma da prisão, para que louve o teu nome; os justos me rodearão, pois me fizeste bem.
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