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Apóstolo na Bíblia. Significado e 99 Versículos sobre Apóstolo

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Um apóstolo é alguém escolhido por Deus para espalhar a mensagem do evangelho pelo mundo. Eles são como mensageiros especiais de Deus, encarregados de compartilhar a boa notícia sobre Jesus e seu amor por todas as pessoas.

Os apóstolos desempenham um papel importante na história da igreja, transmitindo os ensinamentos de Jesus e ajudando outras pessoas a conhecerem a verdade sobre ele, sendo alcançadas pelo seu plano de salvação.

Significado de Apóstolo

Esta palavra significa mais do que ‘mensageiro’: a sua significado literal é a de ‘enviado’, dando a idéia de ser representada a pessoa que manda. O apóstolo é um enviado, um delegado, um embaixador. I.

Nos Evangelhos. S. Lucas diz-nos que o nome apóstolos foi dado aos doze por Jesus Cristo (6.13), e em mais quatro passagens o emprega a respeito dos discípulos (9.1 – 17.5, 22.1 – 24.10). Em cada um dos outros Evangelhos o termo ocorre uma só vez (Mateus 10.2Marcos 6.30João 13.16).

Nos Atos e Epístolas, especialmente nos escritos de S. Paulo, é freqüente. A razão é clara: Jesus chamou alguns ‘discípulos’ para, de perto, viverem com Ele e irem aprendendo a Palavra do Evangelho, mas sempre com o fim de enviá-los por toda parte como Seus representantes.

Daqui se depreende que as idéias essenciais do apostolado devem ser compreendidas em todas as relações do Mestre com os doze, embora o nome pertença propriamente aos casos em que o discípulo vai numa missão a qualquer ponto, quer para tratar de serviços temporais durante a vida de Cristo, quer para sustentar a obra evangélica depois da Sua morte.

A idéia vem expressa com verdadeiro conhecimento e precisão de frase em S. Marcos, quando ali se diz que ‘chamou os que ele mesmo quis, e vieram para junto dele. Então designou doze para estarem com ele e para os enviar a pregar’ (Marcos 3.1Marcos 14).

Na significação do verbo enviar está incluída a de apóstolo (grego apostello). O estudo primário da significação de ‘apóstolo’, com base nos Evangelhos, deve efetuar-se em volta destes três pontos: chamada, educação, missão.

Basta indicar aqui algumas das feições de cada especialidade, como se acha na simples e primitiva narração do Evangelho de Marcos (a) A Chamada. O primeiro ato do ministério público de Jesus Cristo é a chamada de Simão e André, Tiago e João, para a Sua companhia, a fim de fazer deles ‘pescadores de homens’ Marcos 1.16 a 20).

Uma estranha autoridade se nota na maneira de chamar, correspondendo-lhe uma resposta imediata: estas características aparecem na posterior chamada de Levi (2.14), e mesmo na nomeação dos doze (3.13 a 19).

Não é o caso de uma adesão gradual a qualquer doutrina nova, a algum novo Mestre: é o próprio Jesus que, para os fins da Sua missão, toma a iniciativa. (b) A Educação. Na primeira parte do Evangelho são os discípulos testemunhas e companheiros de Jesus no Seu ministério público, mas ali se menciona uma direta instrução do seu Mestre (4.10 a 25,35 a 41 – Marcos 6.7 a 11,31,47 a 52Marcos 8.14 a 21).

Todavia, a sua convivência com Jesus já habilitou Pedro, como que falando por todos, a fazer a grande confissão: ‘Tu és o Cristo’ (8.29), confissão seguida da predição de Cristo, três vezes repetida, com respeito à Sua paixão (8.3 – Marcos 9.31, 10.33), proporcionando-lhes, entrementes, lições sobre renúncia, humildade, e serviço.

O que se pode depreender do que se lê em S. Marcos é que desde o tempo do ministério da Galiléia, e depois de terem saído desta província, Jesus consagrou-Se cada vez mais à instrução e educação dos doze.

Esta conclusão é sustentada, com muitos pormenores adicionais, por S. Mateus e S. Lucas, e confirmada pelo maravilhoso discurso de Jesus (João 13 a 17). (c) A Missão. A missão temporária, de que se fala em Marcos 6.7 a 13, ainda que, pelo que sabe-mos, não se acha repetida, pode ser considerada como típica. Insiste-se na simplicidade do abastecimento, como sendo de grande conveniência para concentração em trabalho urgente. Esta confiança é, também, acentuada no grande discurso que vem em Mateus 10 geia-se Lucas 10.1 a 24 sobre a missão dos setenta).

Os discípulos são revestidos de autoridade por Jesus, e na sua volta referem ao Mestre tudo o que tinham feito e ensinado. Ii. Nos Atos e Epístolas. A suprema autoridade dos apóstolos, na igreja Primitiva, acha-se indicada em Atos 1.1 a 11, e manifesta-se por todo o livro.

Com a escolha de Matias para o lugar que Judas deixou pela sua traição, ficou completo o círculo dos doze. Este fato nos mostra que, para o apostolado, era essencialmente requerido que o eleito tivesse sido companheiro de Jesus desde o Seu batismo até à ascensão.

Mas pelas exigências da igreja, que tomou logo grande desenvolvimento, e pela livre concessão do Espírito Santo, deixaram de ter aquela estreiteza os limites do apostolado. Por ato da igreja de Antioquia (Atos 13.1 a 3), Barnabé e Saulo foram constituídos apóstolos: é-lhes conferido esse titulo, em 14. – Atos 14

Paulo não somente reclama com firmeza aquela qualidade (Romanos 1.11 Coríntios 1.12 Coríntios 1.1, etc. – 1 Coríntios 9.12 Coríntios 11.5Gálatas 1.1, etc.), mas associa com ele a Barnabé (Gálatas 2.92 Coríntios 9.5,6). É provável que Paulo queira, também, aplicar aquele termo a Tiago, o irmão do Senhor (1 Coríntios 9.51 Coríntios 15.7Gálatas 1.19), a Silvano (1 Tessalonicenses 2.6) – e mesmo a cristãos tão pouco conhecidos na história como Andrônico e Júnias (Romanos 16.7).

Mas esta extensão do círculo apostólico foi limitada por uma condição essencial: um apóstolo devia ter visto o Senhor (1 Coríntios 9.1), para poder testemunhar logo o objeto da fé da igreja, Cristo ressuscitado (1 Coríntios 15.8).

Além disto, devia haver nele uma clara consciência da chamada divina e sua nomeação (Romanos 1.11 Coríntios 1.1, etc) e, servindo ao Senhor, os sinais de um apóstolo (2 Coríntios 12.121 Coríntios 9.2), etc. É em virtude destas combinadas aptidões que os apóstolos se acham primeiramente na ordem dos dons, que Deus concedeu à Sua igreja (1 Coríntios 12.28Efésios 4.11).

Eles conservavam-se numa relação espiritual com Jesus Cristo, que os fez depositários e autorizados pregadores da Sua Palavra (2 Pedro 3.2, e repetidas vezes nos escritores da primitiva igreja: cf. Efésios 2.20 e Apocalipse 21.14).

Em conformidade com isto, a prova da apostolicidade foi mais tarde requerida nos escritos, que por fim fizeram parte do Cânon do Novo Testamento.

Apóstolo – Dicionário Evangélico de Teologia Bíblica de Baker

Apóstolo

Enviado, embaixador ou mensageiro comissionado para realizar as instruções do agente de comissão.

Etimologia e Uso do Termo O uso pré-cristão de apostolos no sentido de mensageiro é raro. Mais comum é o verbo apostello, referindo-se ao envio de uma frota ou de uma embaixada. Apenas em Heródoto é usado de um enviado pessoal.

Josefo emprega uma vez no sentido clássico de uma embaixada. Epicteto fala do professor Cínico ideal como aquele “enviado por Zeus” para ser um mensageiro dos deuses e um “supervisor” dos assuntos humanos.

A Septuaginta usa apostello ou exapostello cerca de setecentas vezes para traduzir o hebraico salah (“estender”, “enviar”). Mais que o ato de enviar, esta palavra inclui a ideia da autorização de um mensageiro.

O substantivo apostolos é encontrado apenas em {1 Reis 14.6}, onde a comissionamento e capacitação do profeta estão claramente em mente. Assim, a Septuaginta usa o grupo de palavras apostello para denotar a autorização de um indivíduo para cumprir uma função particular, com ênfase naquele que envia, não no que é enviado.

O substantivo apostolos aparece setenta e nove vezes no Novo Testamento, principalmente em Lucas-Atos e nas epístolas Paulinas, e refere-se àqueles nomeados por Cristo para uma função especial na igreja.

Seu lugar único é baseado não só em terem testemunhado a ressurreição, mas também em terem sido comissionados e capacitados pelo Senhor ressuscitado para proclamar o evangelho a todas as nações.

No Novo Testamento apostolos é aplicado a Jesus como o Enviado de Deus ({Hebreus 3.1}), aos enviados por Deus para pregar a Israel ({Lucas 11.49}), aos enviados por igrejas ({2 Coríntios 8.23}; {Filipenses 2.25}), e mais frequentemente, aos indivíduos designados por Cristo para pregar o evangelho do reino.

Esta última categoria é entendida de forma diferente pelos escritores do Novo Testamento. Por exemplo, Lucas-Atos usa o termo “apóstolo” para se referir quase exclusivamente aos Doze, enquanto Paulo usa em relação a um grupo mais amplo de indivíduos.

A expressão “todos os apóstolos” em {1 Coríntios 15.7} parece incluir mais do que os doze referidos no verso 5. Tiago é considerado um apóstolo aqui e em {Gálatas 1.19}. Barnabé é referido como um apóstolo em {Atos 14.14}.

Paulo chama Andrônico e Júnias de apóstolos em {Romanos 16.7}. Neste sentido mais amplo, um apóstolo era uma testemunha da ressurreição de Cristo, enviado por ele para fazer discípulos de todas as nações.

Cristo o Apóstolo Embora haja apenas uma referência explícita a Jesus como apóstolo ({Hebreus 3.1}), referências implícitas ao seu “envio” pelo Pai são encontradas em todo o Novo Testamento. Isso é mais pronunciado no Evangelho de João, onde todo o ministério de Cristo é qualificado pelo termo apostello (“enviar”).

Como o Pai enviou seu Filho ao mundo (vários versículos de João), Jesus por sua vez “envia” seus discípulos para continuar e estender sua missão. Assim, todo apostolado encontra seu significado em Jesus, o Apóstolo, enviado por Deus para ser o Salvador do mundo ({1 João 4.14}).

Os Doze Jesus teve um grande número de discípulos durante seu ministério, mas nem todos eram apóstolos. Os Doze foram escolhidos dentre um grupo maior para estar com Jesus como discípulos e para serem enviados para pregar e ensinar como apóstolos.

Há quatro listas dos Doze no Novo Testamento, uma em cada um dos três Evangelhos Sinóticos e uma em Atos. Essas listas são aproximadamente as mesmas, representando quatro formas variantes de uma única tradição oral inicial.

Mateus e Marcos identificam os Doze como apóstolos apenas uma vez, e em cada caso, no contexto de uma viagem missionária ({Mateus 10.2}; {Marcos 6.30}). Aqui a palavra designa função em vez de status. Lucas, no entanto, frequentemente e quase exclusivamente chama os Doze de “apóstolos”.

Exceto por Lucas 11.49 e Atos 14.14, Lucas aplica apostolos somente aos Doze. Por terem sido chamados por Jesus, acompanhado Jesus durante seu ministério, e testemunhado sua ressurreição, eles possuíam o melhor conhecimento possível do que Jesus havia dito e feito.

Comissionados pelo Cristo ressuscitado e capacitados pelo Espírito Santo, eles se tornaram testemunhas da obra salvadora de Deus em Cristo. A identificação dos Doze como apóstolos baseia-se não apenas na utilização desse título para eles na narrativa do Evangelho, mas também na tarefa pós-Páscoa dada a eles por Jesus (vários versículos de Mateus, Marcos, Lucas, João e Atos).

Assim, a qualificação essencial de um apóstolo é ser chamado e enviado por Cristo. No caso de Matias, qualificações adicionais vêm à luz. Além do chamado divino, a pessoa deve ter sido discípulo de Jesus desde o batismo de João até a ascensão, e especificamente uma testemunha da ressurreição ({Atos 1.21-22}).

A escolha de Jesus por doze discípulos para formar um círculo íntimo de seguidores servia para simbolizar a verdade que ele tinha vindo para construir uma nova casa de Israel. Os Doze formaram o núcleo deste novo povo de Deus, correspondendo às doze tribos de Israel e significando a atividade salvadora de Deus em ação em Jesus e seus seguidores.

O número deles implica que eles estavam destinados principalmente a trabalhar entre os filhos de Israel. Embora não se restringisse aos judeus, a missão dos Doze tinha uma relação especial com as doze tribos de Israel, conforme enfatizado na promessa de Mateus 19.28.

Paulo era Apóstolo já que Paulo não acompanhou Jesus durante seu ministério terreno, ele não atendeu aos critérios apostólicos de Atos 1.21-22. No entanto, está claro que ele se considerava um apóstolo.

Embora o único lugar no Livro de Atos onde Paulo é chamado de apóstolo seja em referência aos apóstolos da igreja em Antioquia (Atos 14Atos 14), a representação de Lucas do ministério de Paulo como paradigmático para a igreja dá suporte implícito às suas reivindicações apostólicas.

Não só Atos retrata Paulo manifestando os sinais de um apóstolo, mas em suas três contas do encontro na Estrada de Damasco, sua tarefa apostólica é apresentada como a ação direta do Cristo ressuscitado (Atos 9.3– – Atos 22.6-8Atos 26.12-18; cf. 2 Coríntios 4.6; Gálatas 1.16).

A própria reivindicação de Paulo ao apostolado também é baseada no chamado divino de Cristo (Romanos 1.1; 1 Coríntios 1.1; Gálatas 1.1 Gálatas 1.15; cf. 2 Coríntios 1.1; Efésios 1.1; Colossenses 1.1; 1 Timóteo 1.1; 2 Timóteo 1.1; Tito 1.1).

Ele é um apóstolo, “não provém de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos” (Gálatas 1.1). Seu encontro com Jesus ressuscitado serviu como base para sua reivindicação única de ser um “apóstolo aos Gentios” (Romanos 11.13).

Paulo baseia seu apostolado na graça de Deus, não nos dons extáticos ou nos sinais de um apóstolo (2 Coríntios 12). Sua comissão apostólica é servir a Deus principalmente por meio da pregação do evangelho (Romanos 1Romanos 15.19; 1 Coríntios 1.17).

Paulo usa a palavra “apóstolo” em mais de um sentido. Às vezes ele emprega o termo no sentido mais amplo de mensageiro ou agente (2 Coríntios 8.23; Filipenses 2.25). Mais frequentemente, no entanto, Paulo usa o termo para se referir àqueles que haviam sido comissionados pelo Senhor ressuscitado para a tarefa apostólica.

Incluídos nesta categoria estão os Doze (embora ele nunca aplique explicitamente o título de apóstolo a eles como grupo), Pedro (Gálatas 1.18), Paulo ele mesmo (Romanos 1.1; 1 Coríntios 11 Coríntios 9.1-21 Coríntios 15.8-10; Gálatas 2.7-8), Tiago irmão de Jesus (Gálatas 1.19; cf. Atos 15.13), Barnabás (1 Coríntios 9.1-6; Gálatas 2.9; cf. Atos 14.4 Atos 14.14), e possivelmente outros (Romanos 16.7).

Além de compreender o apostolado em termos de sua base em um chamado divino, Paulo vê a vida de um apóstolo como sendo de serviço sacrificial que envolve sofrimento (1 Coríntios 4.9-11 Coríntios 15.30-32; 2 Coríntios 4.7-12 Coríntios 11.23-29).

A função primária dos apóstolos era testemunhar Cristo. Os Doze tinham conhecimento íntimo de sua vida, e um grupo mais amplo havia sido testemunhas de sua ressurreição. Seu envio pelo Senhor ressuscitado ao testemunho mundial (Atos 1.8), no entanto, era incompleto sem a unção do Espírito.

Somente depois de Pentecostes, foram eles capacitados pelo Espírito para seu ministério de palavra e ação. Seu testemunho de Cristo não era apenas capacitado, mas também orientado e validado pelo Espírito (João 14.26).

Assim, sua vocação apostólica foi realizada apenas no Espírito (João 14.17). Paulo via o apostolado como um dom do Espírito (1 Coríntios 12.28), que muitas vezes era acompanhado por sinais e maravilhas miraculosos (2 Coríntios 12.12).

No entanto, tais sinais e prodígios eram claramente secundários às funções apostólicas de pregar e ensinar.

Tendo conhecimento direto da Palavra encarnada, e sendo enviados como agentes autorizados do evangelho, os apóstolos providenciaram a interpretação autêntica da vida e do ensino de Jesus. Porque seu testemunho de Cristo era orientado pelo Espírito (João 15.26-27), o ensino dos apóstolos era considerado normativo para a igreja.

Eram considerados os “pilares” (Gálatas 2.9) e “fundação” (Efésios 2.20; cf. Apocalipse 21.14) da igreja, e seu ensino tornou-se a norma para a fé e prática cristã. O depósito de revelação transmitido pelos apóstolos e preservado em sua forma escrita no Novo Testamento, assim forma a base do ensino e pregação pós-apostólicos na igreja.

É evidente que os apóstolos formaram o núcleo do cristianismo primitivo. O Novo Testamento destaca sua função como apóstolos, sem delinear em detalhes a natureza autoritária de seu ofício em relação à igreja.

O que é enfatizado é que sua comissão apostólica os autorizou a pregar (1 Coríntios 1.17); ser embaixadores de Cristo (2 Coríntios 5.20; Efésios 6.20); ser testemunhas de todas as nações (Lucas 24.48); e fazer discípulos de todos os povos (Mateus 28.19).

R. David Rightmire

. F. Agnew, ; C. K. Barrett, ; W. Baur, ; O. Cullmann, ; E. J. Goodspeed, ; L. Goppelt, ; J. B. Lightfoot, pp. 92-101; H. Mosbech, ; D. Müller, – Mateus 1.126-33; J. Munck, ; K. Rengstorf, – Mateus 1.398-447; W. Schneemelcher, ; R.

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Elwell, Walter A. “Entrada para ‘Apóstolo’. “Evangelical Dictionary of Theology”. 1997.

Apóstolo – Dicionário Bíblico de Easton

Apóstolo

Uma pessoa enviada por outra; um mensageiro; embaixador. Este termo é usado uma vez como uma designação descritiva de Jesus Cristo, o Enviado do Pai (Hebreus 3.1; João 20.21). No entanto, geralmente é usado para designar o grupo de discípulos aos quais ele confiou a organização de sua igreja e a disseminação de seu evangelho, “os doze”, como são chamados (Mateus 10.1-5; Marcos 3.1Marcos 6.7; Lucas 6.1Lucas 9.1).

Temos quatro listas dos apóstolos, uma por cada um dos evangelistas sinópticos (Mateus 10.2-4; Marcos 3.16; Lucas 6.14), e uma em Atos1:13. Nenhuma dessas listas, no entanto, coincide perfeitamente.

O Senhor lhes deu as “chaves do reino” e pelo dom de seu Espírito os capacitou a serem os fundadores e governantes de sua igreja (João 14.1João 14.17, 14:26; João 15.2João 15.27João 16.7-15). A eles, como representantes de sua igreja, deu a comissão de “pregar o evangelho a toda criatura” (Mateus 28.18-20).

Após sua ascensão, comunicou-lhes, conforme prometido, dons sobrenaturais para qualificá-los para o desempenho de seus deveres (Atos 2.4; 1 Coríntios 2.16; 1 Coríntios 21 Coríntios 2.10, 2:13; 2 Coríntios 5.20; 1 Coríntios 11.2).

Judas Iscariote, um dos “doze”, caiu por transgressão, e Matias foi substituído em seu lugar (Atos1:21). Saulo de Tarso foi adicionado posteriormente ao número deles (Atos 9.3-2Atos 20.4; Atos 26.15-18; 1 Timóteo 1.11 Timóteo 2.71 Timóteo 1.11).

Lucas forneceu algumas informações sobre Pedro, João e os dois Tiagos (Atos 12Atos 12.17Atos 15.13Atos 21.18), mas além disso não sabemos nada da história autêntica dos demais dos doze originais. Após o martírio de Tiago, o Maior (Atos 12.2), Tiago, o Menor, geralmente residia em Jerusalém, enquanto Paulo, “o apóstolo da incircuncisão”, normalmente viajava como missionário entre os gentios (Gálatas 2.8).

Era característico dos apóstolos e necessário (1) que eles tivessem visto o Senhor e pudessem testemunhar dele e de sua ressurreição com conhecimento pessoal (João 15.27; Atos 1.2Atos 1.22; 1 Coríntios 9.1; Atos 22.1Atos 22.15).

  • Eles deveriam ter sido imediatamente chamados para esse cargo por Cristo (Lucas 6.13; Gálatas 1.1).
  • Era essencial que fossem infalivelmente inspirados e assim protegidos contra todo erro e engano em seu ensino público, seja por palavra ou escrita (João 14.2João 16.13; 1 Tessalonicenses 2.13).
  • Outra qualificação era o poder de realizar milagres (Marcos 16.20; Atos 2.43; 1 Coríntios 12.8-11). Os apóstolos, portanto, não poderiam ter sucessores. Eles são os únicos professores autoritários das doutrinas cristãs.

    O ofício de apóstolo cessou com seus primeiros detentores.

Em 2 Coríntios 8.23 e Filipenses 2.25, a palavra “mensageiro” é a tradução da mesma palavra grega, em outros lugares traduzida como “apóstolo”.

Easton, Matthew George. “Entrada para Apóstolo”. “Dicionário Bíblico de Easton”.

Apóstolo –

Apóstolo

Mas, amados, lembrai-vos das palavras que foram ditas antes pelos APÓSTOLOS do nosso Senhor Jesus Cristo; Como vos diziam que no último tempo haveria zombadores, que andariam segundo as suas próprias paixões ímpias. (Judas 1.17-18)

Mensageiro; aquele que foi enviado.

“Entrada para ‘Apóstolo’”. Um Dicionário da King James.

Apóstolo – Dicionário Bíblico de Smith

Apóstolo

, No Novo Testamento originalmente o nome oficial daqueles doze discípulos que Jesus escolheu para enviar primeiro a pregar o evangelho e para estar com ele durante o curso de seu ministério na terra. A palavra também parece ter sido usada em um sentido não-oficial para designar um círculo muito mais amplo de mensageiros e professores cristãos 2 Coríntios 8.23; Filemom 2:25.

Trata-se apenas daqueles que foram oficialmente designados como apóstolos que tratamos no artigo. Seus nomes são dados em Mateus 10.2-4 e a incumbência de Cristo a eles no resto do capítulo. Sua função — (1) A qualificação original de um apóstolo, como afirmado por São Pedro na ocasião de eleger um sucessor para o traidor Judas, era que ele deveria ter conhecido pessoalmente todo o curso ministerial de nosso Senhor desde o seu batismo por João até o dia em que foi levado ao céu. (2) Eles foram escolhidos pelo próprio Cristo (3) Tinham o poder de realizar milagres. (4) Eram inspirados.

João 16.13 (5) Seu mundo parece ter sido preeminentemente o de fundar as igrejas e mantê-las pelo poder sobrenatural especialmente concedido para esse propósito. (6) O cargo cessou, naturalmente, com seus primeiros detentores – toda continuação dele, pela própria condição de sua existência 1 Coríntios 9.1, sendo impossível.

História e treinamento inicial — Os apóstolos eram das camadas mais baixas da vida, simples e sem educação; alguns deles eram parentes de Jesus segundo a carne; alguns tinham sido previamente discípulos de João Batista.

Nosso Senhor os escolheu no início de sua carreira pública. Parece que todos estavam em igualdade de condições, tanto durante quanto após o ministério de Cristo na terra. Cedo no ministério de nosso Senhor ele os enviou dois a dois para pregar o arrependimento e realizar milagres em seu nome Mateus 10 Lucas 9

Eles o acompanharam em sua jornada, viram suas maravilhas, ouviram seus discursos dirigidos ao povo e fizeram-lhe perguntas sobre questões religiosas. Eles o reconheceram como o Cristo de Deus, Mateus 16.16; Lucas 9.20 e reivindicaram para ele poder sobrenatural Lucas 9.54 mas no reconhecimento do ensino espiritual e da missão de Cristo, eles progrediram muito pouco, retidos como eram pela fraqueza de compreensão e pelos preconceitos nacionais.

Mesmo com a partida de nosso Senhor da terra, eles ainda eram fracos em seu conhecimento, Lucas 24.21; João 16.12 embora ele tivesse por tanto tempo sido cuidadosamente preparando e instruindo-os. Na festa de Pentecostes, dez dias após a ascensão de nosso Senhor, o Espírito Santo desceu sobre a igreja reunida, Atos 2 e desde esse momento os apóstolos tornaram-se homens totalmente diferentes, dando testemunho com poder da vida, morte e ressurreição de Jesus, como ele havia declarado que fariam.

Lucas 24.48; Atos 1.8 Atos 1.2 – 8 Atos 2.32 – 8 Atos 3.15 – 8 Atos 5.32 – 8 Atos 13.31 Labores e história posteriores — Primeiro de tudo a igreja-mãe em Jerusalém cresceu sob suas mãos, Atos 3.7, e sua superior dignidade e poder foram universalmente reconhecidos pelos governantes e pelo povo.

Atos 5.12 ff. Sua primeira missão fora de Jerusalém foi para Samaria Atos 8.5-25 onde o próprio Senhor havia, durante seu ministério, semeado a semente do evangelho. Aqui termina o primeiro período da agência apostólica, durante o qual seu centro é Jerusalém e a figura proeminente é aquela de São Pedro.

O centro do segundo período da agência apostólica é Antioquia, onde logo se formou uma igreja, consistindo de judeus e gentios; e a figura central deste e do período subsequente é São Paulo. O terceiro período apostólico é marcado pelo quase total desaparecimento dos doze da narrativa sagrada e a agência exclusiva de São Paulo, o grande apóstolo dos gentios.

Do trabalho missionário do restante dos doze não sabemos absolutamente nada da narrativa sagrada.

Smith, William, Dr. “Entrada para ‘Apóstolo’”. “Dicionário Bíblico de Smith”. 1901.

Apóstolo – Enciclopédia Internacional da Bíblia Padrão

Apóstolo

Literalmente, “um enviado”, um emissário, missionário): Para o significado deste nome como nos depara no Novo Testamento, referência é feita às vezes a paralelos clássicos e judaicos. No grego clássico mais antigo havia uma distinção entre um aggelos ou mensageiro e um apostolos, que não era apenas um mensageiro, mas um delegado ou representante da pessoa que o enviou.

No judaísmo posterior, novamente, apostoloi eram emissários enviados pelo patriarcado em Jerusalém para coletar o tributo sagrado dos judeus da Diáspora. Parece improvável, entretanto, que qualquer um desses usos tenha influência na origem cristã do termo que, de qualquer forma, passou a ter seu próprio significado distintamente cristão.

Para entender a palavra como a encontramos no Novo Testamento, não é necessário ir além do próprio Novo Testamento. Para descobrir a fonte de seu uso cristão é suficiente referir-se à sua significação imediata e natural.

O termo usado por Jesus, deve ser lembrado, seria aramaico, não grego, e apostolos seria o seu equivalente literal.

1. Os Doze: Na história do Novo Testamento ouvimos primeiro o termo aplicado por Jesus aos Doze em conexão com aquela missão evangelística entre as vilas na qual Ele os enviou numa fase inicial de Seu ministério público (Mateus 10.1; Marcos 3.1Marcos 6.30; Lucas 6.1Lucas 9.1).

De uma comparação dos Sinóticos parece que o nome como assim utilizado não era uma designação geral para os Doze, mas tinha referência apenas à esta missão particular, que era típica e profética, contudo, da missão mais ampla que estava por vir.

Lucas, é verdade, usa a palavra como um título para os Doze à parte da referência à missão entre as vilas. Mas a explicação provavelmente é, como Dr. Hort sugere, que já que o Terceiro Evangelho e o Livro de Atos formam duas seções do que era realmente uma obra única, o autor no Evangelho emprega o termo naquele sentido mais amplo que veio a ter após a Ascensão.

Quando passamos para Atos, “apóstolos” tornou-se um nome ordinário para os Onze (Atos 1.2,26), e após a eleição de Matias no lugar de Judas, para os Doze (2:37,42,43, etc.). Mas mesmo assim isso não denota um cargo particular e restrito, mas sim aquela função de serviço missionário mundial ao qual os Doze foram especialmente chamados.

Em Sua última instrução, logo antes de ascender, Jesus lhes encarregou de ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura (Mateus 28.19,20; Marcos 16.15). Ele disse que seriam Suas testemunhas não apenas em Jerusalém e Judea, mas em Samaria (contrastando com Mateus 10.5), e até a última parte da terra (Atos 1.8).

Eles eram apóstolos, portanto, qua missionários – não meramente porque eram os Doze, mas porque agora eram enviados adiante por seu Senhor em uma missão universal para a propagação do evangelho.

2. Paulo: O próprio fato de que o nome “apóstolo” significa o que significa indicaria a impossibilidade de confiná-lo aos limites dos Doze. (“doze apóstolos” de Apocalipse 21.14 é evidentemente simbólico; compare em 7:3 a restrição dos servos selados de Deus às doze tribos.) No entanto, poderia haver tendência a fazê-lo no início, e restringi-lo como um distintivo de honra e privilégio peculiar àquele círculo íntimo.

Se tal tendência existisse, Paulo eficazmente a desmantelou reivindicando para si o direito ao nome. Sua reivindicação aparece em sua assunção do título apostólico nas palavras de abertura da maioria de suas epístolas.

E quando seu direito a isso foi contestado, ele defendeu esse direito com paixão, especialmente nestes fundamentos:

que ele tinha visto Jesus, e assim estava qualificado para testemunhar Sua ressurreição (1 Coríntios 9.1; compare com Atos 22.6); que ele recebeu um chamado para o trabalho de um apóstolo (Romanos 1.1; 1 Coríntios 1.1, etc.; Gálatas 2.7; compare com Atos 13Atos 22.21); mas, acima de tudo, que ele podia apontar para os sinais e selos de seu apostolado dados por seus trabalhos missionários e seus frutos (1 Coríntios 9.2; 2 Coríntios 12.12; Gálatas 2.8).

Foi nesse último motivo de recurso que Paulo convenceu os apóstolos originais da justiça de sua reivindicação. Ele não tinha sido um discípulo de Jesus nos dias de Sua carne; sua reivindicação de ter visto o Senhor ressuscitado e dele ter recebido uma comissão pessoal não era algo que pudesse ser comprovado a outros; mas não poderia haver dúvida quanto aos selos de seu apostolado.

Estava claramente evidente que “aquele que operou eficientemente em Pedro para o apostolado da circuncisão também operou eficientemente em Paulo para os gentios” (Gálatas 2.8). E percebendo então a graça que lhe fora dada, Pedro e João, junto com Tiago de Jerusalém, reconheceram Paulo como apóstolo aos gentios e deram-lhe a mão direita de comunhão (Gálatas 2.9).

3. O Círculo Mais Amplo: É às vezes dito por aqueles que reconhecem que havia outros apóstolos além dos Doze e Paulo que estes últimos (aos quais alguns, com base em 1 Coríntios 15.7; Gálatas 1.19, adicionariam Tiago, o irmão do Senhor) eram os apóstolos por excelência, enquanto os outros apóstolos mencionados no Novo Testamento eram apóstolos em algum sentido inferior.

Contudo, é difícil estabelecer tal distinção com base no uso do Novo Testamento. Haviam grandes diferenças, sem dúvida, entre os apóstolos da igreja primitiva, como entre os próprios Doze – diferenças devido a talentos naturais, a aquisições e experiências pessoais, a dons espirituais.

Paulo era maior que Barnabé ou Silvanus, assim como Pedro e João eram maiores que Tadeu ou Simão o Cananeu.

Mas Tadeu e Simão eram discípulos de Jesus exatamente no mesmo sentido que Pedro e João; e os Doze e Paulo não eram mais verdadeiramente apóstolos do que outros que são mencionados no Novo Testamento. Se apostolado denota serviço missionário, e se sua realidade, conforme Paulo sugere, deve ser medida por seus selos, seria difícil manter que Matias era um apóstolo por excelência, enquanto Barnabé não era.

Paulo coloca Barnabé como um apóstolo lado a lado consigo mesmo (1 Coríntios 9.5; Gálatas 2.9; compare com Atos 13Atos 14.4,14); ele fala de Andrônico e Júnias como “dignos de apreço entre os apóstolos” (Romanos 16.7); ele parece incluir Apolo juntamente consigo entre os apóstolos que são feitos espetáculo ao mundo e aos anjos e aos homens (1 Coríntios 4.6,9); a inferência natural da comparação de 1 Tessalonicenses 1.1 com 2:6 é que ele descreve Silvano e Timóteo como “apóstolos de Cristo”; aos Filipenses ele menciona Epafrodito como “vosso apóstolo” (Filipenses 2.25 a Versão Revisada, margem), e aos Coríntios recomenda certos irmãos desconhecidos como “os apóstolos das igrejas” e “a glória de Cristo” (2 Coríntios 8.23 a Versão Revisada, margem).

E o próprio fato de que ele achou necessário denunciar certas pessoas como “falsos apóstolos, obreiros enganadores, transformando-se em apóstolos de Cristo” (2 Coríntios 11.13) mostra que não havia pensamento na igreja primitiva de restringir o apostolado a um corpo de 12 ou 13 homens. “Se o número tivesse sido definitivamente restringido, as reivindicações desses intrusos teriam se autocondenado” (Lightfoot, Gálatas – 2 Coríntios 97).

4. Apóstolos no Didaquê:

Quando chegamos ao Didaquê, que provavelmente está além da linha divisória da história do Novo Testamento, encontramos o nome “apóstolos” aplicado a uma classe inteira de missionários anônimos – homens que não se estabeleceram em nenhuma igreja, mas se deslocaram de lugar em lugar como mensageiros do evangelho (capítulo 11).

Isso torna difícil aceitar a visão, defendida por Lightfoot e Gwatkin com base em Lucas 24.48; Atos 1.8,22; 1 Coríntios 9.1, de que ter visto o Senhor era sempre a principal qualificação de um apóstolo – uma visão na força da qual eles rejeitam o apostolado de Ápolo e Timóteo, por serem conversões tardias ao cristianismo que viveram longe dos locais do ministério do nosso Senhor.

Gwatkin observa que não temos motivos para supor que essa condição já foi dispensada, a menos que avancemos o Didaquê para o segundo século. Mas parece muito improvável que, mesmo em direção ao final do primeiro século, haveria uma classe inteira de homens, não apenas ainda vivos, mas ainda enfrentando no exercício de suas funções missionárias todas as dificuldades de uma existência errante e sem lar (compare Didaquê 11:4-6), que ainda eram capazes de dar testemunho pessoal de terem sido testemunhas oculares do ministério e ressurreição de Jesus.

Em Lucas 24.48 e Atos 18.22 é o grupo escolhido dos Doze que estão em vista. Em 1 Coríntios 9.1, Paulo está enfrentando seus opositores judaizantes em seu próprio terreno e respondendo à insistência deles sobre comunicação pessoal com Jesus por uma reivindicação de ter visto o Senhor.

Mas, além desses trechos, não há evidência de que os apóstolos da igreja primitiva eram necessariamente homens que tinham conhecido Jesus em carne ou que foram testemunhas de Sua ressurreição – muito menos que esta foi a principal qualificação na qual seu apostolado foi fundamentado.

5. O Apostolado:

Chegamos então à conclusão de que a verdadeira diferenciação do apostolado do Novo Testamento jazia na vocação missionária implícita no nome, e que todos cujas vidas foram dedicadas a essa vocação, e que podiam provar pelas resultantes de seu trabalho que o Espírito de Deus estava operando através deles para a conversão de judeu ou gentio, eram considerados e descritos como apóstolos.

O apostolado não era um círculo limitado de oficiais que detinham uma posição bem definida de autoridade na igreja, mas uma ampla classe de homens que desempenhavam um – e esse o mais alto – das funções do ministério profético (1 Coríntios 12.28; Efésios 4.11).

Foi sobre o fundamento dos apóstolos e profetas que a igreja cristã foi construída, com o próprio Jesus Cristo como a principal pedra angular (Efésios 2.20). A distinção entre as duas classes era que enquanto o profeta era o porta-voz de Deus para a igreja crente (1 Coríntios 14.4,22,25,30,31), o apóstolo era Seu enviado ao mundo incrédulo (Gálatas 2.7,9).

A chamada do apóstolo para sua tarefa pode vir de várias maneiras. Os Doze foram chamados pessoalmente por Jesus para uma tarefa apostólica no início de Seu ministério terrestre (Mateus 10.1 paralelo), e após Sua ressurreição este chamado foi repetido, tornado permanente e dado um escopo universal (Mateus 28.19,20; Atos 1.8).

Matias foi chamado primeiro pela voz do corpo geral dos irmãos e posteriormente pela decisão do lote (Atos 1.15,23,26). O chamado de Paulo veio a ele numa visão celestial (Atos 26.17-19); e embora este chamado fosse subsequentemente ratificado pela igreja em Antioquia, que o enviou por ordem do Espírito Santo (Atos 13.1), ele firmemente sustentava que era um apóstolo não por homens nem através de homem, mas através de Jesus Cristo e Deus Pai, que o ressuscitaram dentre os mortos (Gálatas 1.1).

Barnabé foi enviado (exapostello é o verbo usado) pela igreja em Jerusalém (Atos 11.22) e mais tarde, junto com Paulo, pela igreja em Antioquia (Atos 13.1); e logo depois encontramos os dois homens descritos como apóstolos (Atos 14.4).

Era a missão na qual foram enviados que explica o título. E quando essa missão particular foi concluída e eles retornaram a Antioquia para relatar perante a igreja reunida “todas as coisas que Deus tinha feito com eles, e que Ele tinha aberto uma porta de fé aos gentios” (Atos 14.27), eles assim justificavam sua afirmação de serem apóstolos não apenas da igreja, mas do Espírito Santo.

A autoridade do apostolado era de uma natureza espiritual, ética e pessoal. Não era oficial e, pela natureza da questão, não poderia ser transmitida a outros. Paulo reivindicou para si mesmo a independência completa da opinião do corpo inteiro dos apóstolos anteriores (Gálatas 2.6,11), e ao buscar influenciar seus próprios convertidos, esforçava-se por manifestação da verdade para se recomendar à consciência de todo homem diante de Deus (2 Coríntios 4.2).

Não há sinais de que os apóstolos coletivamente exerceram uma autoridade separada e autocrática. Quando surgiu a questão da observância do ritual mosaico pelos cristãos gentios em Antioquia e foi referida a Jerusalém, foram “os apóstolos e presbíteros” que se reuniram para discuti-la (Atos 15.2,6,22), e a carta retornada a Antioquia foi escrita em nome de “os apóstolos e os presbíteros, irmãos” (Atos 15.23).

Ao fundar uma igreja Paulo naturalmente nomeou os primeiros oficiais locais (Atos 14.23), mas ele não parece ter interferido com a administração ordinária dos assuntos nas igrejas que havia plantado. Nos casos em que foi apelado ou foi compelido por algum escândalo grave a intervir, ele baseou um comando autoritativo em alguma palavra expressa do Senhor (1 Coríntios 7.10), e quando não tinha tal palavra para se basear, tinha o cuidado de distinguir seu próprio julgamento e conselho de um mandamento divino (1 Coríntios 12.25,30).

Seus apelos no último caso são baseados em princípios fundamentais de moralidade comuns tanto a pagãos quanto a cristãos (1 Coríntios 5.1), ou são endereçados ao julgamento espiritual (1 Coríntios 10.15), ou são reforçados pelo peso de uma influência pessoal ganha por serviço altruísta e pelo fato de que ele era o pai espiritual de seus convertidos por tê-los gerado em Cristo Jesus através do evangelho (1 Coríntios 4.15).

Pode-se acrescentar aqui que o caráter expressamente missionário do apostolado parece impedir Tiago, o irmão do Senhor, de qualquer reivindicação ao título. Tiago era um profeta e mestre, mas não um apóstolo.

Como líder da igreja em Jerusalém, exerceu um ministério de natureza puramente local. Os trechos nos quais buscou-se estabelecer seu direito de ser incluído no apostolado não fornecem qualquer evidência satisfatória.

Em 1 Coríntios 15.7, Tiago é contrastado com “todos os apóstolos” em vez de incluído em seu número (compare 1 Coríntios 9.5). E em Gálatas 1.19, o significado pode muito bem ser que, com exceção de Pedro, nenhum dos apóstolos foi visto por Paulo em Jerusalém, mas somente Tiago, o irmão do Senhor (compare a Versão Revisada, margem).

_LITERATURA._

Lightfoot, Gálatas – Gálatas 92.101; Hort, Christian Ecclesia, Lect II; Weizsäcker, The Apostolic Age, II – Gálatas 291.99; Lindsay, The Church and the Ministry – Gálatas 73.90.

J. C. Lambert

Orr, James, M.A., D.D. Editor Geral. “Entrada para ‘APÓSTOLO’”. “Enciclopédia Bíblica Padrão Internacional”. 1915.


5 Principais Versículos sobre Apóstolo na Bíblia

13 Esses indivíduos são falsos apóstolos, obreiros enganosos disfarçados de apóstolos de Cristo.

5 Os apóstolos disseram ao Senhor: ´Faça nossa crescer!`.

18 prenderam os apóstolos e os colocaram numa prisão pública.

14 Quando chegou a hora, Jesus e seus apóstolos tomaram lugar à mesa.

7 Mais tarde, apareceu a Tiago e, posteriormente, a todos os apóstolos.

94 Versículos sobre Apóstolo no Novo Testamento

2 Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, também chamado Pedro, depois André, irmão de Pedro, Tiago, filho de Zebedeu, João, irmão de Tiago,

14 Escolheu doze e os chamou seus apóstolos, para que o seguissem e fossem enviados para anunciar sua mensagem,

30 Os apóstolos voltaram de sua missão e contaram a Jesus tudo que tinham feito e ensinado.

13 Quando amanheceu, reuniu seus discípulos e escolheu doze para serem apóstolos. Estes são seus nomes:

10 Quando os apóstolos voltaram, contaram a Jesus tudo que tinham feito. Em seguida, Jesus se retirou para a cidade de Betsaida, a fim de estar a sós com eles.

49 Foi a isto que Deus, em sua sabedoria, se referiu: ´Eu lhes enviarei profetas e apóstolos, mas eles matarão alguns e perseguirão outros`.

10 Maria Madalena, Joana, Maria, mãe de Tiago, e as outras mulheres que as acompanhavam relataram tudo aos apóstolos.

2 até o dia em que foi levado para o céu, depois de dar a seus apóstolos escolhidos mais instruções por meio do Espírito Santo.

3 Durante os quarenta dias após seu sofrimento e morte, Jesus apareceu aos apóstolos diversas vezes. Ele lhes apresentou muitas provas claras de que estava vivo e lhes falou do reino de Deus.

12 Então os apóstolos voltaram do monte das Oliveiras para Jerusalém. A distância até a cidade é de cerca de um quilômetro.

25 como apóstolo para substituir Judas neste ministério, pois ele se desviou e foi para seu devido lugar`.

26 Então lançaram sortes e Matias foi escolhido como apóstolo, juntando-se aos outros onze.

14 Então Pedro deu um passo à frente com os onze apóstolos e dirigiu-se em alta voz à multidão: ´Ouçam com atenção, todos vocês, povo da Judeia e habitantes de Jerusalém! Escutem o que lhes digo!

37 As palavras partiram o coração dos que ouviam, e eles perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos: ´Irmãos, o que devemos fazer?`.

42 Todos se dedicavam de coração ao ensino dos apóstolos, à comunhão, ao partir do pão e à oração.

43 Havia em todos eles um profundo temor, e os apóstolos realizavam muitos sinais e maravilhas.

2 Eles estavam muito perturbados porque os apóstolos estavam ensinando o povo e proclamando em Jesus a ressurreição dos mortos.

7 E, colocando os apóstolos diante deles, perguntaram: – Com que poder ou em nome de quem vocês fizeram isso?

33 Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e sobre todos eles havia grande graça.

34 Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido e o depositavam aos pés dos apóstolos.

35 E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.

36 Então, José, cognominado, pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da Consolação), levita, natural de Chipre,

37 possuindo uma herdade, vendeu-a, e trouxe o preço, e o depositou aos pés dos apóstolos.

2 Levou apenas parte do dinheiro aos apóstolos, mas, com aprovação da esposa, afirmou que aquele era o valor total e ficou com o resto.

12 Os apóstolos realizavam muitos sinais e maravilhas entre o povo. Todos se reuniam regularmente no templo, na parte conhecida como Pórtico de Salomão.

21 Desse modo, ao amanhecer, os apóstolos entraram no templo, conforme haviam sido instruídos, e, sem demora, começaram a ensinar. Mais tarde, o sumo sacerdote e seus oficiais chegaram, reuniram o conselho, isto é, toda a assembleia dos líderes de Israel, e mandaram buscar os apóstolos na prisão.

26 O capitão e seus guardas foram e prenderam os apóstolos, mas sem violência, pois temiam que o povo os apedrejasse.

27 Em seguida, levaram os apóstolos e os apresentaram ao conselho de líderes do povo, onde o sumo sacerdote os confrontou.

29 Pedro e os apóstolos responderam: ´Devemos obedecer a Deus antes de qualquer autoridade humana.

34 Mas, levantando-se no Sinédrio um fariseu chamado Gamaliel, mestre da lei, respeitado por todo o povo, mandou que os apóstolos fossem levados para fora, por um momento.

40 Os demais membros aceitaram o conselho de Gamaliel. Chamaram os apóstolos e mandaram açoitá-los. Depois, ordenaram que nunca mais falassem em nome de Jesus e, por fim, os soltaram.

41 Quando os apóstolos saíram da reunião do conselho, estavam alegres porque Deus os havia considerado dignos de sofrer humilhação pelo nome de Jesus.

2 Por isso, os Doze convocaram uma reunião com todos os discípulos e disseram: ´Nós, apóstolos, devemos nos dedicar ao ensino da palavra de Deus, e não à distribuição de alimentos.

6 Esses sete foram apresentados aos apóstolos, que oraram por eles e lhes impuseram as mãos.

1 E Saulo concordou inteiramente com a morte de Estêvão. Uma grande onda de perseguição começou naquele dia e varreu a igreja de Jerusalém. Todos eles, com exceção dos apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judeia e de Samaria.

14 Quando os apóstolos em Jerusalém souberam que o povo de Samaria havia aceitado a mensagem de Deus, enviaram para lá Pedro e João.

18 Simão viu que as pessoas recebiam o Espírito quando os apóstolos impunham as mãos sobre elas. Então ofereceu-lhes dinheiro,

24 Simão disse aos apóstolos: – Peço que vocês orem ao Senhor por mim, para que não me sobrevenha nada do que vocês disseram.

27 Então Barnabé o levou aos apóstolos e lhes contou como Saulo tinha visto o Senhor no caminho para Damasco e como ele lhe havia falado. Contou também que, em Damasco, Saulo havia pregado corajosamente em nome de Jesus.

28 Saulo permaneceu com os apóstolos e andava com eles por Jerusalém, pregando corajosamente em nome do Senhor.

1 Logo chegou aos apóstolos e a outros irmãos da Judeia a notícia de que os gentios haviam recebido a palavra de Deus.

3 Ainda assim, os apóstolos passaram bastante tempo ali, falando corajosamente da graça do Senhor, que confirmava a mensagem deles concedendo-lhes poder para realizar sinais e maravilhas.

4 Com isso, o povo da cidade ficou dividido: alguns tomaram partido dos judeus, e outros, dos apóstolos.

6 Quando os apóstolos souberam disso, fugiram para a região da Licaônia, para as cidades de Listra e Derbe e seus arredores.

13 O sacerdote do templo de Zeus, que ficava na entrada da cidade, trouxe touros e coroas de flores até as portas da cidade, pois ele e a multidão queriam oferecer sacrifícios aos apóstolos.

14 Quando Barnabé e Paulo ouviram o que estava acontecendo, rasgaram as roupas e correram para o meio do povo, gritando:

2 Paulo e Barnabé discordaram deles e discutiram energicamente. Por fim, a igreja decidiu enviar Paulo e Barnabé a Jerusalém, acompanhados de alguns irmãos de Antioquia, para tratar dessa questão com os apóstolos e presbíteros.

4 Quando chegaram a Jerusalém, foram bem recebidos pela igreja, pelos apóstolos e presbíteros, e relataram tudo que Deus havia feito por meio deles.

6 Os apóstolos e presbíteros se reu­niram para decidir a questão.

22 Então os apóstolos e presbíteros e toda a igreja em Jerusalém escolheram representantes e os enviaram a Antioquia da Síria, com Paulo e Barnabé, para informar sobre essa decisão. Os homens escolhidos eram dois líderes entre os irmãos: Judas, também chamado Barsabás, e Silas.

23 Esta foi a carta que levaram: ´Nós, os apóstolos e presbíteros, e seus irmãos em Jerusalém, escrevemos esta carta aos irmãos gentios em Antioquia, Síria e Cilícia. Saudações.

33 E, detendo-se ali algum tempo, os irmãos os deixaram voltar em paz para os apóstolos,

4 Em toda cidade por onde passavam, instruíam os irmãos a seguirem as decisões tomadas pelos apóstolos e presbíteros em Jerusalém.

1 Eu, Paulo, escravo de Cristo Jesus, chamado para ser apóstolo e enviado para anunciar as boas-novas de Deus, escrevo esta carta.

5 Por meio dele recebemos a graça e a autoridade, como apóstolos, de chamar os gentios em toda parte a crer nele e lhe obedecer, em honra de seu nome.

13 Dirijo-me especialmente a vocês, gentios. E, uma vez que fui designado apóstolo aos gentios, enfatizo isso

7 Saúdem Andrônico e Júnias, meus compatriotas judeus que estiveram comigo na prisão. São muito respeitados entre os apóstolos e se tornaram seguidores de Cristo antes de mim.

1 Eu, Paulo, chamado para ser apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, escrevo esta carta, com nosso irmão Sóstenes,

9 Por vezes me parece que Deus colocou a nós, os apóstolos, em último lugar, como condenados à morte, espetáculo para o mundo inteiro, tanto para as pessoas como para os anjos.

1 Acaso não sou livre como qualquer outro? Não sou apóstolo? Não vi Jesus, nosso Senhor, com meus próprios olhos? Não são vocês resultado de meu trabalho no Senhor?

2 Mesmo que outros pensem que não sou apóstolo, certamente o sou para vocês. Vocês mesmos são prova de que sou apóstolo do Senhor.

5 Não temos o direito de levar conosco uma esposa crente, como fazem os outros apóstolos, e como fazem os irmãos do Senhor e Pedro?

28 Deus estabeleceu para a igreja: em primeiro lugar, os apóstolos; em segundo, os profetas; em terceiro, os mestres; depois, os que fazem milagres, os que têm o dom de cura, os que ajudam outros, os que têm o dom de liderança, os que falam em diferentes línguas.

29 Somos todos apóstolos? Somos todos profetas? Somos todos mestres? Todos nós temos o poder de fazer milagres?

9 Pois sou o mais insignificante dos apóstolos. Aliás, nem sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus.

10 O que agora sou, porém, deve-se inteiramente à graça que Deus derramou sobre mim, e que não foi inútil. Trabalhei com mais dedicação que qualquer outro apóstolo e, no entanto, não fui eu, mas Deus que, em sua graça, operou por meu intermédio.

1 Eu, Paulo, chamado pela vontade de Deus para ser apóstolo de Cristo Jesus, escrevo esta carta, com nosso irmão Timóteo, à igreja de Deus em Corinto e a todo o seu povo santo em toda a Acaia.

5 Todavia, não me julgo nem um pouco inferior a esses “super-apóstolos”.

11 Fui insensato, mas vocês me obrigaram a isso. Eu devia ser recomendado por vocês, pois em nada sou inferior aos “super-apóstolos”, embora eu nada seja.

12 As marcas de um apóstolo – sinais, maravilhas e milagres – foram demonstradas entre vocês, com grande perseverança.

1 Eu, Paulo, apóstolo, nomeado não por um grupo de pessoas, nem por alguma autoridade humana, mas pelo próprio Jesus Cristo e por Deus, o Pai, que ressuscitou Jesus dos mortos,

17 Tampouco subi a Jerusalém para pedir o conselho daqueles que eram apóstolos antes de mim. Em vez disso, fui à Arábia e depois voltei à cidade de Damasco.

19 O único outro apóstolo que vi naquela ocasião foi Tiago, irmão do Senhor.

8 Pois o mesmo Deus que atuou por meio de Pedro como apóstolo aos judeus também atuou por meu intermédio como apóstolo aos gentios.

1 Eu, Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, escrevo esta carta ao povo santo em Éfeso, seguidores fiéis de Cristo Jesus.

20 Juntos, somos sua casa, edificados sobre os alicerces dos apóstolos e dos profetas. E a pedra angular é o próprio Cristo Jesus.

5 que não foi revelado às gerações anteriores, mas agora foi revelado, pelo Espírito, aos santos apóstolos e profetas.

11 Ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, outros para pastores e mestres.

1 Eu, Paulo, apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus, escrevo esta carta, junto com nosso irmão Timóteo,

6 E não buscamos glória dos homens, nem de vós, nem de outros, ainda que podíamos, como apóstolos de Cristo, ser-vos pesados;

7 antes, fomos brandos entre vós, como a ama que cria seus filhos.

1 Eu, Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, por ordem de Deus, nosso Salvador, e de Cristo Jesus, nossa esperança,

7 E eu fui escolhido como pregador e apóstolo para ensinar aos gentios essa mensagem a respeito da fé e da verdade. Não estou mentindo; digo a verdade.

1 Eu, Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, enviado para anunciar a vida que ele prometeu por meio da fé em Cristo Jesus,

11 das quais Deus me escolheu para ser pregador, apóstolo e mestre.

1 Eu, Paulo, escravo de Deus e apóstolo de Jesus Cristo, escrevo esta carta. Fui enviado para fortalecer a fé daqueles que Deus escolheu e para ensinar-lhes a verdade que mostra como viver uma vida de devoção.

1 Portanto, irmãos santos que participam do chamado celestial, considerem atentamente a Jesus, que declaramos ser Apóstolo e Sumo Sacerdote.

1 Eu, Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, escrevo esta carta aos escolhidos que vivem como estrangeiros nas províncias de Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia.

1 Eu, Simão Pedro, escravo e apóstolo de Jesus Cristo, escrevo esta carta a vocês que compartilham de nossa preciosa fé, concedida por meio da justiça de Jesus Cristo, nosso Deus e Salvador.

2 Quero que se lembrem do que disseram os santos profetas muito tempo atrás e do que ordenou nosso Senhor e Salvador por meio dos apóstolos que lhes enviou.

17 Amados, lembrem-se do que previram os apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo.

2 ´Sei de tudo que você faz. Vi seu trabalho árduo e sua perseverança, e sei que não tolera os perversos. Examinou as pretensões dos que se dizem apóstolos, mas não são, e descobriu que são mentirosos.

20 Alegrem-se com o destino dela, ó céus, ó povo santo, apóstolos e profetas! Porque finalmente Deus a julgou, por causa de vocês.

14 O muro da cidade tinha doze pedras de alicerce, e nelas estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.

Leia também:

4 Músicas sobre Apóstolo

Apóstolo da Boa Vontade – Música Legionária
https://open.spotify.com/track/3MaKYbGCkUPmnht67SimFh

Atos Dos Apóstolos – Banda GerD
https://open.spotify.com/track/6niQ6xWc1w4MMeJXSghLuc

Vitória dos Apóstolos – Ferreira e Ferreirinha
https://open.spotify.com/track/5QK3W3fPUUwfRe7pyZMmUX

Ato dos Apóstolos – Música Legionária
https://open.spotify.com/track/3v8YdMfRHXHUihemWy7hdN

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