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Crítica da bíblia: Dicionário Bíblico e versículos na Bíblia

29 min de leitura

Crítica da bíblia – Enciclopédia Internacional da Bíblia Padrão

Crítica da bíblia

Crítica em Geral

$ I. Divisões$

1. Crítica Textual ou Inferior

2. Alta Crítica

$ II. CRÍTICA TEXTUAL OU INFERIOR$

1. Origem da Ciência

2. Métodos Empregados

3. Causas de Erro

4. Avaliação das Autoridades

(1) O Antigo Testamento

Manuscritos e Versões

(2) O Novo Testamento

(a) Manuscritos e Versões

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(b) O Texto Ocidental

(c) Resultados

$ III. ALTA CRÍTICA$

1. O Antigo Testamento

(1) Astruc e Sucessores

(2) Hupfeld

(3) Graf e Wellhausen

(4) Fundamentos Literários e Históricos da Teoria

(5) Os Códigos

(6) Efeitos na História, etc.

(7) Resultados Gerais

(8) Crítica da Teoria

2. O Novo Testamento

(1) A Escola de Baur

(2) Crítica Sinóptica

(a) Teorias Orais, Documentais e de Dependência

(b) Os “Logia”

(c) Teoria das Duas Fontes

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(d) Questões de Autoria–Lukanas e Joaninas

(3) Escola “Crítico-Histórica” Moderna

(4) Escritos Restantes do Novo Testamento

LITERATURA

Crítica em Geral:

Muito tem sido dito e escrito nos últimos anos sobre “Crítica”, por isso é desejável que o leitor tenha uma ideia exata do que é crítica, dos métodos que emprega e dos resultados que alcança, ou acredita ter alcançado, em sua aplicação às Escrituras.

Tal panorama mostrará a legitimidade e indispensabilidade de uma crítica verdadeiramente científica, ao mesmo tempo que adverte contra a aceitação precipitada de construções especulativas e hipotéticas.

Crítica é mais do que uma descrição de fenômenos; implica um processo de peneiramento, teste e prova, às vezes com o resultado de estabelecer, muitas vezes com o de modificar ou reverter opiniões tradicionais.

A crítica erra quando usada de forma imprudente ou sob a influência de alguma teoria dominante ou preconceito. Uma causa principal de erro em sua aplicação ao registro de uma revelação sobrenatural é a suposição de que nada sobrenatural pode acontecer.

Este é o elemento que vicia grande parte da crítica mais recente, tanto do Antigo Testamento quanto do Novo Testamento.

$ I. Divisões.$

1. Crítica Textual ou Inferior:

A crítica das Escrituras (“crítica bíblica”) é geralmente dividida no que se chama “crítica textual ou inferior” e “alta crítica”–esta última uma expressão em torno da qual muitas associações enganosas se reúnem.

A “crítica inferior” lida estritamente com o texto das Escrituras, esforçando-se para determinar qual era o verdadeiro texto de cada livro conforme saiu das mãos de seu autor; a “alta crítica” preocupa-se com os problemas resultantes de idade, autoria, fontes, caráter simples ou composto, valor histórico, relação com o período de origem, etc.

2. Alta Crítica:

A primeira–“crítica textual”–tem um campo bem definido no qual é possível aplicar critérios exatos de julgamento:

a segunda–“alta crítica”–enquanto inestimável como auxílio no domínio da introdução bíblica (data, autoria, genuinidade, conteúdo, destino, etc.), manifestamente tende a expandir-se ilimitadamente em regiões onde a ciência exata não pode segui-la, onde, muitas vezes, a imaginação do crítico é sua única lei.

Foi apenas gradualmente que esses dois ramos da crítica se diferenciaram. A “crítica textual” por muito tempo tomou a dianteira, em associação com uma forma sóbria de “introdução” bíblica. As relações agora tendem a ser invertidas.

A “alta crítica”, tendo em grande parte absorvido a “introdução” em si mesma, estende suas operações ao campo textual, tentando ir além do texto das fontes existentes e mostrar como este “cresceu” de começos mais simples até o que é agora.

Aqui, também, há ampla abertura para arbitrariedades. Seria errado, no entanto, negar o lugar legítimo da “alta crítica” ou menosprezar os grandes serviços que ela é capaz de prestar, por causa dos abusos aos quais frequentemente está sujeita.

Agora é necessário que essas duas formas de crítica sejam examinadas mais particularmente.

$ II. Crítica Textual ou Inferior.$

1. Origem da Ciência:

Tomamos primeiro a crítica textual ou inferior. Nunca houve um tempo em que a crítica das Escrituras–inferior e superior–esteve completamente ausente. Os judeus aplicaram certa crítica a seus escritos sagrados, tanto na seleção dos livros quanto na fixação do texto.

Exemplos são vistos nas notas marginais das Escrituras hebraicas (Qere e Kethibh). Os Pais da igreja primitiva compararam manuscritos dos livros do Novo Testamento, observando suas diferenças e julgando os próprios livros.

Os reformadores, como é bem conhecido, não aceitaram cegamente os julgamentos da antiguidade, mas aproveitaram-se da melhor luz que o novo aprendizado proporcionava. Os materiais à disposição dos estudiosos naquela época, no entanto, eram escassos, e os que existiam não foram usados com muita profundidade ou discernimento crítico. À medida que os auxílios se multiplicavam com o progresso das descobertas, a comparação de manuscritos e versões uns com os outros e com as citações patrísticas revelou inúmeras divergências e tornou-se evidente que, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento, o texto em uso corrente na igreja estava longe de ser perfeito. “Várias leituras” se acumularam.

Não poucas dessas, de fato, eram erros óbvios; muitas tinham pouco ou nenhum suporte nas autoridades mais antigas; para outras, novamente, a autoridade estava bastante igualmente dividida. Algumas eram interpolações que não tinham direito de estar no texto.

Como, nessas circunstâncias, o verdadeiro texto poderia ser determinado? O trabalho era de grande delicadeza e só poderia ser realizado pela indução mais meticulosa dos fatos e pela aplicação mais rigorosa de métodos sólidos.

Assim surgiu uma ciência de crítica textual, que, ramificando-se em muitas direções, atingiu vastas dimensões e produziu um imenso corpo de conhecimento seguro em seu departamento especial.

2. Métodos Empregados:

Os materiais com os quais a crítica textual trabalha (apparatus criticus) são, como dito anteriormente, principalmente manuscritos, versões (traduções para outras línguas), citações e alusões em escritos patrísticos, com lecionários (livros de serviço da igreja) e auxílios similares.

O primeiro passo é a coleta e colação do material, ao qual novas descobertas estão constantemente adicionando; a anotação de suas peculiaridades e teste de sua idade e valor; o agrupamento e designação dele para referência.

Uma próxima tarefa importante é a coleção completa das “várias leituras” e outras diversidades de texto (omissões, interpolações, etc.) trazidas à luz através da comparação do material e a tentativa de atribuir essas diversidades a suas respectivas causas.

3. Causas de Erro:

Mais frequentemente do que não, os erros em manuscritos são não intencionais e as causas que os originam são suficientemente óbvias. Tais são a negligência dos escribas, lapsos de memória, similaridade de sons (na ditado) ou na forma das letras (na cópia), divisão errada de palavras, omissão de uma linha ou cláusula devido a linhas ou cláusulas sucessivas terminarem com a mesma palavra.

Mudanças intencionais, novamente, surgem da inserção no texto de notas marginais ou glosas, de motivos de harmonização, da substituição de expressões mais suaves por mais ásperas ou abruptas–mais raramente, de razões dogmáticas.

4. Avaliação das Autoridades:

Erros dos tipos acima podem geralmente ser detectados por exame cuidadoso das fontes, mas um grande número de casos permanece em que a leitura correta ainda é duvidosa. Estes, em seguida, precisam ser tratados pela ponderação e balanceamento imparcial das autoridades; uma tarefa que envolve novas e delicadas investigações e a aplicação de novas regras.

Não basta contar números; manuscritos e versões devem ser testados quanto à confiabilidade e valor. Através da presença de peculiaridades que apontam para uma origem comum, os manuscritos passam a ser agrupados em classes e famílias, e seu testemunho individual é correspondentemente descontado.

Autoridades mais antigas, naturalmente, são preferidas às mais jovens, mas deve-se levar em conta a possibilidade de que um manuscrito mais tardio possa preservar uma leitura que os manuscritos mais antigos perderam.

Regras como a de que, entre duas leituras, a preferência deve ser dada à mais difícil, como menos provável de ser o resultado de corrupção, são aplicadas. Mas mesmo isso tem seus limites, pois uma leitura pode ser difícil até o ponto de ser ininteligível, ainda que possa surgir de um simples erro.

Como último recurso, em casos de perplexidade, a emenda conjectural pode ser admitida; apenas, porém, como produzindo probabilidade, não certeza.

Na aplicação desses princípios, uma distinção importante deve ser feita entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento, decorrente da relativa escassez de material para fins críticos em um caso e da abundância no outro.

O assunto é tratado aqui de forma geral; para detalhes veja artigos sobre LÍNGUAS DO ANTIGO TESTAMENTO; LÍNGUA DO NOVO TESTAMENTO; TEXTO E MANUSCRITOS DO NOVO TESTAMENTO.

(1) O Antigo Testamento:

Manuscritos e Versões:

No Antigo Testamento, a crítica textual trabalha sob a desvantagem peculiar de que, com uma exceção mínima (um fragmento de papiro do século 2, dando uma versão do Decálogo), todos os manuscritos hebraicos conhecidos são tardios (o mais antigo não vai além do século 9 d.C.); além disso, que os manuscritos parecem todos baseados em um único arquétipo, selecionado pelos rabinos em data precoce e seguido pelos copistas com escrupulosa precisão (compare G. A. Smith, OTJC – 69 Driver, Text of Sam, xxxvii; Strack, no entanto, discorda).

As variações que esses manuscritos apresentam, consequentemente, são leves e insignificantes. Para o conhecimento do estado do texto antes da adoção desse padrão, a crítica depende da comparação com as versões–especialmente a SEPTUAGINTA, com o PENTATEUCO SAMARITANO, e com passagens paralelas no próprio Antigo Testamento (por exemplo, em Samuel, Reis, Crônicas).

Frequentemente obscuridades no texto hebraico, com discrepâncias inegáveis em nomes e números, mostram que antes da fixação do texto já havia entrado uma corrupção extensa. Um simples exemplo de erro está em Isaías 9.3, onde a Versão King James lê:

“Tu multiplicaste a nação, e não aumentaste a alegria.” O contexto mostra que o “não” está fora de lugar: a Revisão Britânica e Americana, portanto, corretamente lê (com o Qere hebraico: os sons são semelhantes), “tu aumentaste a alegria deles.” Na Septuaginta as divergências são frequentemente muito grandes em ordem, arranjo e leituras; há extensas interpolações e omissões (em Jeremias, Graf calcula que 2.700 palavras do texto massorético são omitidas); evidências, onde as alterações não são de design, de que os manuscritos hebraicos empregados pelos tradutores frequentemente diferiam amplamente daqueles aprovados na Palestina.

A recensão samaritana também apresenta consideráveis diferenças.

Não segue que, onde existe diferença, esses textos rivais devam ser preferidos ao massorético. Poucos, desde o exame exaustivo de Gesenius, afirmariam a superioridade do samaritano sobre o hebraico; mesmo em relação à Septuaginta a tendência de opinião parece cada vez mais a favor do texto dos massoretas (compare Skinner, “Gênesis,” International Critical Commentary, xxxv-xxxvi).

Não há necessidade, no entanto, de manter a superioridade geral dos textos acima mencionados sobre o massorético para estar convencido de que, em muitos casos, a Septuaginta, em alguns casos, provavelmente, até mesmo o Samaritano, reteve leituras das quais o Texto Massorético se afastou.

A crítica do Antigo Testamento tem, portanto, um campo claro para seus trabalhos, e não há dúvida de que, em sua aplicação cautelosa, alcançou muitos resultados sólidos. Menos confiança pode ser colocada na crítica conjectural agora tão largamente em voga.

Dr. G. A. Smith justamente criticou a nova crítica textual dos livros poéticos e proféticos, “através da qual ela passa como um grande arado, virando toda a superfície e ameaçando não apenas os marcos menores, mas, no caso dos profetas, os contornos principais do campo também” (Quarterly Review, janeiro de 1907).

Isso, no entanto, invade o domínio da alta crítica.

(2) O Novo Testamento:

No Novo Testamento, os materiais da crítica são vastamente mais abundantes do que no Antigo Testamento; mas, com a abundância, enquanto uma área muito maior de certeza é alcançável, problemas mais intrincados e difíceis também surgem.

A riqueza de manuscritos do todo ou partes do Novo Testamento grego excede em muito a existente para quaisquer outros escritos antigos (Nestle menciona 3.829:

127 unciais – Isaías 3.702 cursivos: Introdução à Crítica Textual do Novo Testamento Grego, tradução inglesa – Isaías 34.35, 81); os manuscritos das versões (excluindo a Vulgata, contada por milhares), também são muito numerosos.

(a) Manuscritos e Versões:

Os manuscritos gregos são geralmente divididos em unciais e cursivos (ou minúsculos) pelo caráter da escrita; os unciais mais antigos remontam aos séculos 4 – Isaías 5 Os cinco principais, que sozinhos precisam ser nomeados, são o Codex Sinaiticus (século 4), o Codex Vaticanus (B, século 4), o Codex Alexandrinus (A, século 5), o Codex Ephraemi (C, século 5), o Codex Bezae (D, Evangelhos e Atos, grego e latim, século 6).

Esses manuscritos novamente são agrupados de acordo com afinidades (Bengel, Griesbach, Lachmann, são aqui os principais precursores; Westcott e Hort, principal autoridade moderna), Codex Sinaiticus e Codex Vaticanus (B) indo juntos como representando um tipo de texto, na opinião de Westcott e Hort, The New Testament in Greek o melhor (o chamado “Neutro”); Codex Bezae (D) representando um texto “Ocidental”, com peculiaridades marcantes; A e C exibindo textos mistos.

As versões, por sua vez, Siríaca, Latina Antiga, Egípcia (originária dos séculos 2 – Isaías 3), apresentam problemas interessantes em suas relações umas com as outras e com os manuscritos gregos Codex Sinaiticus, Codex Vaticanus e Codex Bezae.

Com as versões siríacas (Sinaítica, Curetoniana, Peshitta), o Diatessaron de Taciano, ou Harmonia dos Evangelhos, deve ser mencionado. Anteriormente, a Peshitta era considerada a versão siríaca mais antiga (século 2); agora, especialmente desde a descoberta do palimpsesto Lewis (Sinaítico), tende a ser vista como uma revisão posterior dos textos siríacos mais antigos (provavelmente por Rabula de Edessa, início do século 5).

Os manuscritos da Latina Antiga, também os siríacos antigos, mostram afinidades marcantes com o texto do Codex Bezae (D)–o tipo “Ocidental”.

(b) O Texto Ocidental:

A questão que atualmente mais exercita os estudiosos é, portanto, a relação do texto de Westcott e Hort, The New Testament in the Greek baseado no Codex Sinaiticus e Codex Vaticanus com o texto Ocidental representado pelo Codex Bezae, mas agora encontrando apoio precoce da Latina Antiga e Siríaca, bem como de citações dos Pais dos séculos 2 – Isaías 3

O texto Ocidental é desconsiderado por Westcott e Hort, The New Testament in Greek por seu caráter parafrástico e “liberdade surpreendente” em mudar, inserir e omitir (Westcott-Hort – Isaías 122); no entanto, com base interna, certas omissões importantes neste texto dos três últimos capítulos de Lucas são aceitas por essas autoridades como representando o texto mais puro, as leituras rejeitadas sendo chamadas de “interpolations não-Ocidentais.” Uma escola mais nova, no entanto, está disposta a aceitar as leituras Ocidentais como, em muito maior medida do que se supunha, as mais originais; enquanto alguns escritores, como Blass, Nestle, em parte Zahn (compare Nestle, op.

(2) Hupfeld.

A distinct advance on preceding theories was made by Hupfeld (1853; in part anticipated by Ilgen – Isaías 1789). Hitherto the prevailing assumption had been that there was one fundamental document–the so-called Elohistic, dated usually in the age of the Judges, or the time of Saul or David–and that the Yahwistic parts were “supplementary” to this (not a separate document).

It was the merit of Hupfeld to perceive that not a few of the sections in the “Elohistic” document did not bear the usual literary marks of that writing, but closely resembled the “Yahwistic” sections in everything but the use of the Divine name.

These portions he singled out and erected into a document by themselves (though they bear no signs of being such), while the Yahwistic parts were relieved of their “supplementary” character, and regarded as belonging to a distinct document also.

There were thus now 3 documents, attributed to as many authors–the original Elohist, the 2nd or Younger Elohist (E) and the Jahwist (Jahwist). Deuteronomy, as a distinct book, was added to these, making 4 documents in all.

(3) Graf and Wellhausen.

Thus matters stood till the appearance of Graf’s work, The Historical Books of the Old Testament, in 1866, through which something like a revolution in the critical outlook was effected. Following in the track of Vatke, earlier, Reuss, of Strassburg, had taken up the idea that the Levitical legislation could not, as was commonly presumed, be earlier than Deuteronomy, but was, on the contrary, later–in fact, a product of the age of the exile.

Graf adopted and developed this theory. He still for a time, while putting the laws late, maintained an earlier date for the Elohistic narratives. He was soon led, however, to see that laws and history must go together; so the whole Elohistic writing was removed from its former place, and brought down bodily to the end of the religious development.

Graf, at the same time, did not regard it as an independent document. At first theory was scouted, but gradually, through the able advocacy of Kuenen and Wellhausen–especially the latter–it secured ascendancy, and is now regarded as the critical view paragraph excellence.

Order and nomenclature of the assumed documents were now changed. The Elohist, instead of standing first, was put last under the designation P or Priestly Code; Wellhausen’s symbol for this writing was Q.

Its date was taken to be post-exilian. The Jahwist becomes J; the Elohist becomes E. These are placed in the 9th or 8th centuries BC (circa 850-750), but are supposed to have been combined a cent or so later (JE).

Deuteronomy, identified with the law-book found in the temple in the reign of Josiah 2 Kings 22, is thought to have been written shortly before that time. The order is therefore no longer 1st Elohist-Jahwist and 2nd Elohist-D, but J and E-D- P.

The whole, it is held, was finally united into the great law-book (Pent) brought by Ezra to Jerusalem from Babylon (458 BC; Ezra 7:6-10), and read by him before the people 14 years later (444 BC; Neemias 8).

(4) Literary and Historical Grounds of Theory.

A sketch like the above gives, of course, no proper idea of the grounds on which, apart from the distinction in the Divine names, the critical theory just described is based. The grounds are partly literary–the discrimination of documents, e.

g. resting on differences of style and conception, duplicates, etc.–but partly also historical, in accordance with the critic’s conception of the development of religion and institutions in Israel. A main reliance is placed on the fact that the history, with its many sanctuaries up to the time of Deuteronomy, is in conflict with the law of that book, which recognizes only one sanctuary as legitimate (chapter 12), and equally with the Priestly Code, which throughout assumes this centralizing law.

The laws of De and Priestly Code, therefore, cannot be early. The prophets, it is held, knew nothing of a Levitical legislation, and refused to regard the sacrificial system as Divine Jeremiah 7:22.

(5) The Codes:

The code under which older Israel lived was that formulated in the Book of the Covenant (Êxodo 20.23), which permitted many altars Exodus 20:24. The law of Deuteronomy was the product of a centralizing movement on the part of the prophets, issuing in the reformation of Josiah.

The Priestly Code was the work of fertile brains and pens of post-exilian priests and scribes, incorporating older usage, devising new laws, and throwing the whole into the fictitious form of Mosaic wilderness legislation.

(6) Effects on History, etc.

The revolution wrought by these newer constructions, however, is not adequately realized till regard is had to their effects on the picture given in the Old Testament itself of Israel’s history, religion and literature.

It is not too much to say that this picture is nearly completely subverted. By the leaders of the school (Graf, Kuenen, Wellhausen, Duhm, Stade, etc.) the supernatural element in the history and religion is totally eliminated; even by those who do not go so far, little is left standing.

The history of the Pentateuch–indeed the history down to the time of the kings–is largely given up. Genesis is legend, Exodus hardly more trustworthy, Jos a romance. The histories of Samuel and David are “written up” by a theocratic narrator.

None of the laws–even the Decalogue–are allowed to be certainly Mosaic. Monotheism is believed to have come in with Amos and Hosea; earlier, Yahweh was a “tribal” God. Ark, tabernacle, priesthood, feasts, as depicted in the Priestly Code, are post-exilic fiction.

The treatment accorded to the Pentateuch necessarily reacts on the other historical books; the prophetic literature suffers in an almost equal degree through disintegration and mutilation. It is not Isaiah alone–where the question has long been mooted of the post-exilian origin of chapters 40-66; the critical knife is applied with scarcely less freedom to the remaining prophetical books.

Few, if any, of the psalms are allowed to be preexilic. Daniel is a work of the Maccabean age.

(7) General Results.

As a general summary of the results of the movement, which it is thought “the future is not likely to reverse,” the following may be quoted from Professor A. S. Peake:

“The analysis of the Pentateuch into four main documents, the identification of the law on which Josiah’s reformation was based with some form of the Deuteronomic Code, the compilation of that code in the reign of Manasseh at the earliest, the fixing of the Priestly Code to a date later than Ezekiel, the highly composite character of some parts of the prophetic literature, especially the Book of Isaiah, the post-exilian origin of most of the Psalms, and large parts of the Book of Prov, the composition of Job not earlier than the exile and probably later, the Maccabean date of Daniel, and the slightly earlier date of Ecclesiastes” (“Present Movement of Biblical Science,” in Manchester, Inaugural Lects – Êxodo 32).

(8) Criticism of Theory.

The criticism of this elaborate theory belongs to the arts which deal with the several points involved, and is not here attempted at length. The gains that have accrued from it on the literary side in a more exact and scholarly knowledge of the phenomena to be explained (e.g. distinction in the Divine names; distinction of P element in the Pentateuch from that known as JE) are not to be questioned; on the historical and religious sides also much has been done to quicken interest, enlarge knowledge and correct older ideas which have proved untenable–in general, to place the whole facts of the Old Testament in a clearer and more assured light.

On the other hand, much even in the literary criticism is subjective, arbitrary and conjectural, while the main hypothesis of the subsequentness of the Levitical law to Ezekiel, with the general view taken of the historical and religious development in Israel, is open to the most serious exception.

The Old Testament has its own account to give of the origin of its religion in the monotheism of Abraham, the covenants with the patriarchs, the legislation through Moses, which is not thus readily to be set aside in the interests of a theory resting largely on naturalistic pre-suppositions.

There is not a word in the history in Nehemiah 8 to suggest that the law introduced by Ezra was a new one; it was received without demur by a deeply divided community as the ancient law of Moses. So with the law of Deuteronomy in the time of Josiah 2 Kings 22.

Its genuineness was doubted by no one. The position of theory, generally, is by no means so secure as many of its adherents suppose. Internally, it is being pushed to extremes which tend to discredit it to sober minds, and otherwise is undergoing extensive modifications.

Documents are multiplied, dates lowered, authors are converted into “schools.” Archaeologists, in large majority, declare against it. The facts they adduce tend to confirm the history in parts where it had been most impugned.

The new Babylonian school in Germany (that of Winckler) assails it in its foundations. Recently, the successor of Kuenen in Leyden, Professor B. D. Eerdmans, formerly a supporter, has broken with theory in its entirety, and subjects the documentary hypothesis to a damaging criticism.

It is too early yet to forecast results, but the opinion may be hazarded that, as in the case of the Tubingen New Testament critical school in last cent referred to below, the prevailing critical theory of the Old Testament will experience fundamental alteration in a direction nearer to older ideas, though it is too much to expect that traditional views will ever be resuscitated in their completeness.

2. The New Testament:

Higher criticism of the New Testament may be said to begin, in a Deistic spirit, with Reimarus (Fragments, published by Lessing – Êxodo 1778), and, on Hegelian lines, with Strauss (Life of Jesus – Êxodo 1835). In the interests of his mythical theory, Strauss subjected every part of the gospel history to a destructive criticism.

(1) The School of Baur.

In a more systematic way, F. Baur (1826-60), founder of the famous Tubingen school, likewise proceeding from Hegel, applied a drastic criticism to all the documents of the New Testament. Strauss started with the Gospels.

Baur sought firmer ground in the phenomena of the Apostolic Age. The key to Baur’s theory lies in the alleged existence of Pauline and Petrine parties in the early church, in conflict with one another.

The true state of matters is mirrored, he holds, not in the Book of Acts, a composition of the 2nd century, written to gloss over the differences between the original apostles and Paul, but in the four contemporary and undoubtedly genuine epistles of Paul, Galatians – Isaías 1 and 2 Corinthians, and Roman, and in the Book of Revelation.

In these documents the church is seen rent by a schism that threatened its very existence. By and by attempts were made at conciliation, the stages of which are reflected in the Gospels and remaining writings of the New Testament.

The Fourth Gospel, about 170 AD, brings up the rear. This theory, which found influential support in the scholarship of the time (Schwegler, Zeller, etc.), could not stand the test of impartial investigation, and is now on all sides discredited.

Professor Bacon, in a recent work, pronounces its theory of the Johannine writings to be “as obsolete as the Ptolemaic geography” (Fourth Gospel – Êxodo 20). Its influence on later criticism has, however, been considerable.

(2) Synoptic Criticism.

Meanwhile more sober scholarship was concerning itself with the intricate problem of the relations of the Synoptic Gospels. The problem is a very real one. The three gospels of Matthew, Mark and Luke are seen on inspection to exhibit an amount of agreement in subject-matter, order, often in language, which cannot be accounted for except on theory of some common source.

Suppose the Gospels divided into sections, in 52 of these the narratives coincide – Isaías 12 more are common to Matthew and Mark – Êxodo 5 to Mark and Luke, and 14 to Matthew and Luke, while 5 are peculiar to Matthew – Êxodo 2 to Mark and 9 to Luke.

The verbal agreement is greater in the recital of the words of others, particularly of words of Jesus, than in the narrative portions.

(i) Oral, Documentary, and Dependence Theories:

How is this to be explained? Three forms of theory were early propounded–the oral, the documentary, and the hypothesis of dependence of one gospel upon another. Of these theories, the oldest is the 3rd (Augustine already held that Mark was an abridgment of Matthew and Luke), and to it, in combination with the 2nd, though in reversed order (Mark being put first), it will be seen below that criticism has largely reverted.

The oral theory, proposed by Gieseler (1818), has, till recently, been the favorite one in England (Westcott, Alford, etc., with Godet, Pressense, Ebrard, etc., on the Continent). In it resemblances in the three Gospels are explained by an oral tradition assumed to have attained a relatively fixed form while the apostles were yet teaching together in Jerusalem.

The documentary theory took its origin with Eichhorn (1794), but in the hands of Marsh (1801), finally in Eichhorn’s own (1804), received so elaborate a development as completely to discredit it. The dependence theory, in turn, went through every possible shape.

Gradually, with sifting, certain combinations were eliminated (those which put Luke first, or Matthew last, or made Mark a middle term), till only two remained–Matthew, Luke, Mark (Griesbach 1789-90, Baur, etc.), and Mark, Matthew, Luke (Weisse – Êxodo 1838 Wilke – Êxodo 1838 etc.).

The prestige of the Baur school obtained a temporary ascendancy for the former view–that which put Mark last; this, however, has now quite given way in favor of Mark’s priority. There remained a division of opinion as to whether the Mark employed by the other evangelists was the canonical Mark (Weisse, Meyer, B. Weiss, etc.), or an ur-Markus (Holtzmann, Reuss, etc.), but the difficulties of the latter hypothesis proved so insurmountable that Holtzmann finally gave it up.

(ii) The “Logia”:

It is obvious, however, that the use of Mark by the other evangelists, even if granted, does not yet completely solve the synoptical problem. There is still to be considered that large mass of matter–chiefly discourses–common to Matthew and Luke, not to speak of the material peculiar to Luke itself.

For the explanation of these sections it becomes necessary to postulate a second source, usually identified with the much-canvassed Logia of Papias, and designated by recent scholars (Wellhausen, etc.) Q.

It is regarded as a collection of discourses, possibly by Matthew, with or without an admixture of narrative matter (B. Weiss, etc.).

(iii) Two-Source Theory:

This yields the “two-source” theory at present prevailing in synoptical criticism. Matthew and Luke, on this view, are not independent Gospels, but are drawn up on the basis of

(1) Mark and

(2) Q = the Logia, with original material on the part of Luke.

A theory which commands the assent of so many scholars has necessarily great weight. It cannot, however, be regarded as finally established. Many grave difficulties remain; there is, besides, a prima facie improbability in a Gospel like Mark’s being treated in the manner supposed or included among the “attempts” which Luke’s own Gospel was designed to supersede Luke 1:1-4.

(iv) Authorship–Lukan and Johannine Questions:

With criticism of the sources of the Gospels there goes, of course, the question of authorship. A powerful vindication of the Lucan authorship of the 3rd Gospel and the Book of Ac has recently come from the pen of Professor A.

Harnack, who maintains that in this, as in most other points regarding early Christian literature, “tradition is right”. Outside the Synoptics, the burning question still is the authorship of the Johannine writings.

Here also, however, the extreme positions of the Baur school are entirely given up (“It is perfectly apparent,” says Professor Bacon, “that Baur mistook the period of dissemination for that of origin,” op. cit. – Êxodo 21), and powerful defenses of Johannine authorship have of late appeared (notably Sanday’s Criticism of the Fourth Gospel, and ex-Principal Drummond’s Character and Authorship of the Fourth Gospel).

(3) Modern “Historical-Critical” School.

On the other hand, a new and intensely aggressive radical school has recently come to the front, the so-called “historical-critical,” which treats the text and history of the Gospels generally with a recklessness to which no limits can be put.

It is even doubted if Jesus claimed to be the Messiah (Wrede). Sayings are accepted, rejected, or mutilated at pleasure. The latest phase of this school is the “Apocalyptic,” which finds the essence of Christ’s message in His insistence on the approaching end of the world.

These excesses may be depended on to cure themselves.

(4) Remaining Writings of the New Testament.

For the rest of the writings on the New Testament, the trend of criticism has been in the main in a conservative direction. One by one the Pauline Epistles have been given back to the apostle–doubt chiefly still resting in certain minds on the Pastorals.

The Book of Re is restored by most to the age of Domitian, where tradition places it. Its relation to the Fourth Gospel and to John is still in dispute, and some moderns would see in it a

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